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NOTÍCIAS

Monitor do PIB da FGV aponta crescimento de 1,1% da economia do país em 2018
Resultado é muito abaixo do previsto no início do ano passado e decepcionante quando se leva em conta que vem após dois anos consecutivos de forte retração econômica e de um crescimento com trajetória ascendente em 2017, diz coordenador da pesquisa. A economia do Brasil cresceu 1,1% em 2018, informou nesta terça-feira (19) o monitor do PIB da FGV. O índice é quase o mesmo de 2017, que foi de 1%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado é muito abaixo do previsto no início do ano passado e decepcionante quando se leva em conta que vem após dois anos consecutivos de forte retração econômica e de um crescimento com trajetória ascendente em 2017, aponta Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV. "A economia não apresentou o mesmo fôlego de retomada em 2018 que teve em 2017, ficando praticamente estagnada no decorrer do ano. A forte incerteza que permeou a economia, com destaque para a greve dos caminhoneiros e para o período eleitoral, influenciou muito nesse resultado. Foi um ano perdido”, diz Considera. Na análise trimestral, na série com ajuste sazonal, o PIB apresentou estagnação no 4º trimestre em comparação com o 3º trimestre. Com relação ao 4º trimestre de 2017, houve crescimento de 1%. A FGV destaca que a indústria apresentou retração nas duas bases de comparação. Na análise mensal, o PIB apresentou queda de 0,4% em dezembro, tanto na série com ajuste sazonal (na comparação com novembro), quanto na série original (na comparação com dezembro de 2017). A indústria também apresentou retração (-0,8% e -3,1%, respectivamente). Na comparação com dezembro de 2017, além da indústria, também, houve quedas expressivas no comércio (-2,6%), na formação bruta de capital fixo (-1,8%), no imposto (-1,7%) e na importação (-6,8%). PIB em valores Em termos monetários, estima-se que o PIB de 2018, em valores correntes, alcançou a cifra de aproximadamente R$ 6,76 trilhões. De acordo com a FGV, apesar de o resultado de 2018 retratar uma economia estável, com crescimento de 1,1%, em relação à série histórica iniciada em 2001, os resultados, apesar de serem melhores do que dos anos de 2016 e 2017, ainda não superaram as divulgações de anos anteriores à recessão econômica iniciada em 2014. O preço do PIB em 2018, embora seja maior que os de 2016 e 2017, é ainda inferior ao de 2012. A FGV informou que a produtividade da economia, que alcançou o pico em 2013, tem se reduzido desde então e em 2018 é a menor registrada desde 2009. O destaque ficou com o forte recuo da construção, de outros serviços e da administração pública, cujas produtividades em 2018 são as menores da série histórica do Monitor do PIB-FGV iniciada em 2001. Além dessas atividades, a indústria de transformação, o transporte e os serviços de informação também apresentaram produtividades menores em 2018 do que em 2001, apesar de não serem os pontos de mínimo das séries históricas. "Os resultados mostram que, a despeito da recuperação da economia, o ritmo é muito lento e ainda está longe de retomar o período anterior à recessão de 2014", informou a FGV.
Mulheres, nordestinos e população de baixa escolaridade são a cara do desalento do Brasil

No ano passado, 4,7 milhões de pessoas desistiram de procurar emprego no país. Por falta de oportunidade, Fernanda desistiu de procurar emprego e voltou a estudar Aldo Carneiro/Pernambuco Press Os desalentados – aqueles que desistiram de procurar emprego – já estão em todos os estratos da sociedade brasileira. Mas uma análise detalhada dos números mostra que um grupo de pessoas tem sido mais afetado pela crise do mercado de trabalho. Se o perfil desse contingente pudesse ser traçado, ele seria o de uma mulher nordestina de baixa escolaridade. O perfil do desalentado foi traçado pela consultoria Plano CDE, com base nos últimos dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) contínua. No ano passado, a quantidade de pessoas que desistiu de procurar emprego chegou a 4,7 milhões – o equivalente à população da Costa Rica. Existem várias causas que podem levar um trabalhador para o quadro de desalento. Esse fenômeno pode ocorrer porque a pessoa desiste de procurar emprego por falta de oportunidade ou pelo fato de não se sentir estimulada a entrar no mercado em períodos de crise. Também há fatores não ligados diretamente ao desempenho da atividade econômica: muitas mulheres deixam de buscar trabalho quando não há vagas em creches ou escolas para os filhos. Não à toa, do total de desalentados do país, 54,31% são do sexo feminino, enquanto os homens respondem por 45,69%. "Na maioria dos casos, a mulher acaba ficando presa às atividades domésticas", diz o diretor-executivo da consultoria Plano CDE, Maurício Prado. Há seis anos morando em São Paulo, Maria do Carmo, de 29 anos, tem quatro filhos – três estão na escola, mas a menina de cinco anos ainda não. Natural de Sergipe, ela deve tentar uma vaga na rede pública em abril. Até lá, desistiu de buscar emprego para cuidar da filha. "Só consigo sobreviver porque recebo Bolsa Família e pela ajuda de outras pessoas. Dá para fazer pouca coisa (com o dinheiro), mas já é alguma coisa", diz Maria, moradora de Paraisópolis, zona sul da capital paulista. Sem perspectiva no curto prazo, Maria diz que espera voltar a limpar casas de famílias. Foi esse o primeiro emprego dela em São Paulo. "Quando trabalhava em casa de famílias, conseguia ganhar até um salário mínimo." No recorte por anos de estudo, o desalento está concentrado entre aqueles os trabalhadores com ensino fundamental incompleto. Esse grupo de brasileiros é responsável por 40,6% do total de desalentados no país. As menores taxas são observadas na população que, pelo menos, chegou ao ensino superior. "O desalento alto é problemático em vários sentidos", afirma o diretor da FGV Social, Marcelo Neri, responsável pelo estudo. "A pobreza, por exemplo, é duplamente afetada pelo quadro desalento", diz. Nordeste é o mais afetado Os números detalhados do perfil de quem não trabalha ou procura emprego deixam evidente como, além de grupos específicos, algumas regiões do país são mais afetadas do que as outras. O Nordeste, por exemplo, é responsável por 60% do desalento brasileiro, embora nem 30% da população brasileira more na região. "O Nordeste é uma região com menos oportunidades. Basicamente em algumas áreas não há perspectiva de ter um emprego" diz Prado, da Plano CDE. Moradora de Ibura, zona sul do Recife, Fernanda Rocha da Costa, de 25 anos, decidiu trocar a busca por um emprego pelos estudos depois de ver a sua carreira frustada. Bacharela em história, ela nunca conseguiu atuar em sua área de formação, por causa da falta de oportunidades. Com a demissão, em 2017, decidiu mudar radicalmente seus planos de carreira. "Comecei a trabalhar cedo, numa empresa de fardamentos, e parei para fazer a faculdade. Cheguei a fazer pesquisa na universidade e, quando concluí, fui parar numa empresa de telemarketing, de onde fui demitida”, afirma Fernanda. “Tentei muito voltar ao mercado, mas como não apareceram oportunidades, um ano depois, conversei com meus pais e eles apoiaram minha decisão de estudar para fazer um concurso público." Após demissão, Fernanda mudou planos de carreira Aldo Carneiro/Pernambuco Press Iniciando a carreira no mercado de trabalho, o desemprego foi mais rápido que a possibilidade de Fernanda de criar recursos para se sustentar no período em que passa se dedicando apenas aos estudos. "Era tudo muito frustrante, porque eu me cadastrava em sites, ia a entrevistas, mas nada aparecia. O campo de trabalho para uma bacharela em história é basicamente pesquisa e isso era ainda mais complicado. Em maio de 2018 conversei com meus pais e eles toparam me ajudar. Não sei até quando vou ficar assim, vai depender muito do andar das coisas. Seja financeiramente, em casa, ou mesmo da situação do país", diz. Um estudo conduzido pelo Banco Mundial no ano passado com jovens pernambucanos identificou três razões que ajudam a explicar porque o desalento é tão alto no Nordeste. Pelo levantamento, as pessoas deixam de procurar emprego por falta de aspiração, inabilidade de transformar a vontade de voltar ao mercado de trabalho em ações práticas, e dificuldade para lidar com barreiras externas, como falta de transporte público seguro para se locomover. "O desalento é um capital humano que não está sendo utilizado. É um experiência e escolaridade que podem ser empregados no mercado, mas ficam de foram, sendo passiveis de depreciação", afirma o professor do Insper e especialista em mercado de trabalho, Sergio Firpo. Em busca de estabilidade Jonas deixou emprego para estudar Aldo Carneiro/Pernambuco Press A história de Jonas é marcada em diversas frentes pela frustração com o trabalho. Sua mãe desenvolveu um quadro de Alzheimer, agravado por uma depressão por não conseguir mais emprego depois de ser demitida. Segundo ele, o controle financeiro que ele teve durante toda a vida o permitiu pedir a própria demissão. "Trabalho há mais de 20 anos e de carteira assinada devo ter uns seis. Com a possível reforma da previdência, o trabalho privado nunca me permitiria ter qualidade de vida. Ou eu estudava ou trabalhava, e ninguém sabe o dia de amanhã. Hoje, me sustento com o que guardei durante esse tempo trabalhando. Não tenho cartão de crédito e só gasto as contas de luz, água e um preparatório para concursos", diz. Jonas decidiu deixar o emprego em 2017 e passou um ano tentando voltar ao trabalho. Ele chegou a distribuir currículos e a ser entrevistado por algumas empresas. "Não era possível conciliar nenhum emprego com meus estudos, porque eu queria algo no horário comercial, das 7h às 17h, por exemplo. Meu plano é fazer concursos de tribunais, para que, no futuro, eu tenha estabilidade", diz.

Bolsonaro comanda nesta terça primeira reunião ministerial após cirurgia e demissão de Bebianno

Presidente passou 17 dias internado em SP para retirar a bolsa de colostomia que usava desde 2018. Governo que enviar nesta semana ao Congresso pacote anticrime e texto da Previdência. O presidente Jair Bolsonaro Isac Nóbrega/PR O presidente Jair Bolsonaro voltará a comandar nesta terça-feira (19) a reunião ministerial de governo. O encontro do Conselho de Governo será o primeiro com a presença do presidente desde que Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia em São Paulo, em janeiro, e após a demissão de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral, nesta segunda (18). Durante a ausência de Bolsonaro, o conselho teve duas reuniões, comandadas pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Em meio à crise que atinge o governo, o objetivo de Bolsonaro é enviar ainda nesta semana ao Congresso Nacional o pacote anticrime e anticorrupção, elaborado pelo Ministério da Justiça, e o texto da reforma da Previdência Social, definido pela equipe econômica. Gustavo Bebianno, ministro da Secretaria-Geral, é exonerado após sete semanas no cargo Demissão de Bebianno A reunião desta terça-feira acontece no dia seguinte à primeira demissão de ministro no novo governo. Bolsonaro decidiu exonerar o advogado Gustavo Bebianno da função de ministro Secretaria-Geral da Presidência. Para o lugar dele, foi escolhido o antigo secretário-executivo da pasta, Floriano Peixoto Vieira Neto, general da reserva do Exército. Bebianno se tornou o pivô de uma crise que teve início a partir de reportagem do jornal "Folha de S.Paulo" segundo a qual o PSL, quando o ex-ministro presidia o partido, repassou R$ 400 mil a uma suposta candidata "laranja" de Pernambuco, que concorreu a deputada e recebeu 274 votos. Ele nega irregularidades. Bebianno foi o presidente nacional do PSL, partido de Bolsonaro, durante a eleição do ano passado e atuou como um dos principais conselheiros do então candidato na disputa e, depois de confirmada a eleição, Bolsonaro o convidou para integrar a equipe ministerial. Na semana passada, Bebianno também se envolveu em uma crise com o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PSC), um dos filhos do presidente. Governo deve enviar ao Congresso propostas da Reforma da Previdência e o pacote anticrime Pacote anticrime Nesta segunda-feira (18), o Ministério da Justiça informou que o governo deve enviar nesta terça (19) ao Congresso o pacote anticrime e anticorrupção apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro. O pacote prevê alterações em 14 leis, como o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei de Execução Penal, a Lei de Crimes Hediondos e o Código Eleitoral. Entre os itens de destaque estão a criminalização do caixa 2; a prisão após condenação em segunda instância como regra no processo penal; e o endurecimento de penas para crimes graves. Reforma da Previdência deve propor novas alíquotas de contribuição Reforma da Previdência A reunião do Conselho de Governo acontece na véspera do envio, pelo governo ao Congresso, da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prevê mudanças nas aposentadorias e pensões. Segundo o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, há a previsão de o presidente Jair Bolsonaro entregar o projeto pessoalmente ao Congresso. Entre outros pontos, o texto prevê idade mínima de aposentadoria de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres, ao final de um período de transição de 12 anos.

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